CAMISA 12 Timbu
S i t e    i n f o r m a t i v o    e    i n t e r a t i v o    d o s    v e r d a d e i r o s    t o r c e d o r e s    t i m b u s    q u e    s ã o    o r g u l h o s a m e n t e    e    i n c o n d i c i o n a l m e n t e    N á u t i c o .

Camisa 12 Timbu - O 12° jogador do Náutico
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O ESTÁDIO E A SEDE DO CLUBE NÁUTICO CAPIBARIBE

Eládio B. Carvalho

  • Estádio
  • O estádio Eládio de Barros Carvalho, também conhecido como Aflitos, em referência ao bairro onde fica localizado, foi construído na década de 50 e inaugurado em 05 de Junho de 1959, período de profissionalização do futebol no Brasil e de grandes conquistas do Clube Náutico Capibaribe.
    Localizado na Avenida Rosa e Silva, 1030, no bairro dos Aflitos, Recife-PE, tem suas entradas pela Av. Rosa e Silva, pela Rua da Angustura e pela Rua Manoel de Carvalho.
    O nome Eládio de Barros Carvalho, é uma homenagem a um homem que muito fez pelo clube, um mito. Muito jovem ainda, Eládio participou nos terceiros quadros de futebol. Posteriormente, foi diretor de futebol (quando assumiu, algumas vezes, a função de técnico). Como presidente, em sua longa permanência no comando dos distintos do clube, foi um dos principais responsáveis, entre outras coisas pela construção do estádio.

    Ainda na década de 70 alguns dirigentes do clube começaram a movimentar-se para iniciar uma campanha em prol de uma ampliação do estádio, tendo visto sinais de obsolência, principalmente se comparado a outros estádios construídos ou reformados nas grandes cidades brasileiras ao longo dos anos 60 e 70.

    Inicialmente, e com o objetivo de deixar o clube com um patrimônio compatível com a sua grandeza, foi planejada a construção de um estádio para 80 mil espectadores onde hoje está sendo erguido o Centro de Treinamentos do clube, no bairro da Guabiraba, o que não foi viabilizado por não ser acordado por todos, principalmente aqueles que viveram os momentos gloriosos naquele que é hoje o estádio edificado em área mais nobre do Norte/Nordeste brasileiro, e por isto tão valorizado.

    Em meados dos anos 80 surge o primeiro projeto de ampliação do estádio dos aflitos. A proposta incluía a construção de um novo lance de arquibancadas no lado da geral, elevando a capacidade para cerca de 25 mil espectadores, o que também não foi realizado; o clube queria muito mais que isto.

    Finalmente em Maio de 1995, numa reunião de um grupo jovem de apoio e suporte a gestão do clube, foi levantada a questão da ampliação do estádio, àquela época muito defasado em capacidade e infra-estrutura para o torcedor.
    Iniciaram-se, então, os estudos de viabilidade técnica que abrangia a ampliação e modernização do estádio. Porém, somente no ano seguinte as obras de ampliação tiveram início.

    Pesaram fortemente na decisão de iniciar as obras dois fatores:

    - A tomada de posição da diretoria do clube, em 1996 , no sentido de jogar todos os jogos, cujo mando de campo fosse do Náutico, nos Aflitos, não mais negociando o mando de campo que terminava por levar o time a jogar em outras praças. Após esta decisão nunca mais o Náutico jogou fora de seus domínios o que influenciou na retomada da estima dos alvirrubros pelo seu patrimônio, mola mestra da incrível adesão dos torcedores e sócios à causa da ampliação.

    - O regulamento do campeonato brasileiro de 1996 que vetava a disputa do quadrangular final em estádios com menos de 20.000 pessoas, o que já demonstrava uma tendência a maiores restrições no futuro.

    A partir de 1997, a ampliação passa a ter duas frentes: planejamento e construção.

    Na área de planejamento e desenvolvimento do projeto arquitetônico são realizados estudos de casos em estádios e arenas multi-uso européias, além de levantamentos que visavam uma melhor compreensão das regras de conforto e segurança impostas pela a FIFA.

    São realizadas ainda algumas pesquisas no sentido de otimizar a relação público x espetáculo, além de funcionalidade e conforto de áreas destinadas aos atletas e à imprensa. A partir deste momento, o projeto passa a incorporar elementos até então nunca utilizados em estádios brasileiros, como estudo de acústica, acessibilidade para portadores de deficiência física, ergonometria, que acabaram por influenciar o redimensionamento, relocação e modernização de banheiros e vestiários do estádio.
    Ainda no projeto, foram colocados espaços comerciais, auditório, restaurantes panorâmicos, e outros elementos concebidos com o intuito de responder às exigências internacionais de conforto e segurança o que conseqüentemente tornaria o estádio do Náutico em uma das na melhores arenas de futebol do Brasil.

    A versão final do projeto do estádio só estaria concluída no início de 1999, quando as obras já entravam na terceira etapa de ampliação do anel inferior.

    Com muita criatividade, e independentemente aos resultados do futebol, a ampliação do estádio mantinha um ritmo constante de obras, aguçando a curiosidade dos torcedores a cada jogo e sempre surpreendendo pela existência de vigas ou lances novos de arquibancadas.

    O estádio teve sua capacidade ampliada de 20.000 para 35.000 torcedores, e ao final das obras terá capacidade para 42.000 torcedores. Acomodações atuais da Arquibancada somam 27 mil, sociais 6 mil e cadeiras 2 mil torcedores. Estão sendo concluídas entre outras obras a praça de alimentação do estádio que terá quartorze boxes, uma delegacia e ambulatório, e a ampliação do vestiário dos visitantes.

    Na obra, o trabalho heróico dos alvirrubros logo ganhou a notoriedade entre torcedores e a imprensa local. Incrédulos, alguns questionavam como um clube carente de títulos, no futebol profissional a tanto tempo, conseguia reformar e ampliar o antigo estádio.
    A abnegação e o apoio dos torcedores acabaram por tornar a ampliação do nosso estádio no símbolo maior do renascimento do clube na virada do século, o que melhorou a estima não apenas dos torcedores mas dos próprios jogadores; e com certeza isto refletiu em campo no ano do centenário alvirrubro.

    Hoje o estádio também é conhecido por "caldeirão", pelo seu formato, acústica e pela proximidade do campo à torcida, que nos jogos decisivos torna o ambiente um verdadeiro caldeirão sob pressão.

    O estádio alvirrubro foi reinaugurado no dia 07 de Abril de 2002, data em que o clube completava 101 anos.


    Estádio

    Cadeiras e sociais

    Arquibancadas

    Gerais

    Arquibancadas

    Cadeiras

    Cadeiras, sociais e cabines

    Campo e parque aquático do clube



  • Sede
  • A Sede do Clube Náutico Capibaribe fica localizado na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1086, bairro dos Aflitos em Recife-PE. Anexo ao estádio, a sede possui museu do clube, sala de troféus, sala de imprensa, salas dos dirigentes, salas de administração do clube, salas de reuniões, salão de festas, quadras poliesportivas, piscinas, loja de produtos da marca Náutico entre outras áreas.


    Entrada da Sede

    Fachada da Sede

    Fachada da Sede

    Fachada da Sede

    Administração na Sede

    Acesso à Administração

    Guichês Sócios

    TimbuShop / TimbuCoffee

    Salão de Eventos

    TV Timbu

    Museu do Clube

    Sala de Troféus

    Área de Games

    Quadra 1

    Quadra 2

    Piscina



  • Garagem do Remo
  • O Clube Náutico Capibaribe também é dono de uma garagem para remo, situada na Rua da Aurora, Centro do Recife, às margens do Rio Capibaribe, que até hoje dá sobrenome ao clube. Desde 1897 o remo ganhou expressão no Recife com várias competições ao longo do famoso rio que "apelida" a capital Pernambucana de Veneza Brasileira. Leia mais na história do clube.


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