Sete jogos e um destino Publicado em 27/10/2009 às 17:33:19hs Por Walker Barbosa
Faltam sete rodadas para o fim do campeonato e o Náutico terá que ser quase um Hércules, na execução desses 7 trabalhos para escapar do abismo da segundona. E como não há caminhada vitoriosa que não comece com o primeiro passo, o jogo desta quarta feira 28/10 contra o Botafogo será o termômetro de nossa capacidade de superação. Se por um lado jogamos fora de casa e sem nosso melhor zagueiro e nosso matador, por outro o alvi-negro carioca tem motivos para beirar o desespero pois, além da incômoda 18ª posição, de vir de uma derrota para o eterno rival Flamengo e de não contar com o maestro Lúcio Flávio, o Bota tem pela frente uma das sequências mais difíceis entre os ameaçados de degola. Assim, um empate, por exemplo, que para nós seria bem vindo, para eles seria a perda de pontos em casa para um adversário direto, ou seja, quase uma derrota a essas alturas do campeonato, já a vitória, para o Náutico, teria gosto de 6 pontos. Posteriormente temos o Sport em casa que é duplamente obrigatório vencer, o Santos desmotivado desde seu treinador, o Flamengo que aqui quebrará a sequencia de bons resultados, o Corinthians em ritmo de amistoso, um Santo André desesperado e finalmente, em casa, o Avaí no piloto automático e com vários jogadores já negociados. Qual o mais fácil? Nenhum! Qual o mais difícil? Todos, cada um em seu momento. Em verdade o Náutico precisa mesmo é vencer aquele que foi o seu maior adversário até agora: O próprio Náutico. Depois de brincarmos do jogo dos 7 erros, nesses quase 7 meses de campeonato, da direção ter cometido os 7 pecados capitais da gestão, temos agora de sermos o “Timbu de 7 botas” e darmos passos largos nessa reta final. São 7 jogos e um destino: A permanência na Elite, que é, desde 1901 a nossa essência. E para isso essa torcida maravilhosa vai ter 7 fôlegos. |
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